4 brincadeiras diferentes para parques e espaços abertos

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As brincadeiras para parques são uma forma de promover o desenvolvimento saudável das crianças. Esse jeito de se divertir estimula, desde cedo, a prática de atividades físicas, tirando os menores da frente de computadores, tablets e TVs.

Pensando nisso, separamos lista com 4 brincadeiras diferentes e seguras. Assim, você evita a mesmice e mantém as crianças sempre interessadas em um bom passeio ao ar livre. Continue lendo e divirta-se!

1. Caça ao Tesouro

As crianças, geralmente, adoram filmes e desenhos de aventura. Então, nada melhor do que uma boa caça ao tesouro para estimular sua curiosidade e esforço, não é mesmo?

Essa brincadeira pode ser desenvolvida a partir de três passos simples:

  • definir a área em que ocorrerá a caçada, sempre evitando locais e desafios perigosos, como atravessar ruas, subir em árvores, pontos escorregadios etc.

  • escolher o tipo de busca, escondendo um objeto no espaço aberto ou elaborando uma lista de itens a serem encontradas (por exemplo: a maior folha de todas, uma pedra bem arredondada, um galho em forma de “Y”).

  • cronometrar o tempo da caçada, dando às crianças um período suficiente para que as buscas sejam realizadas.

Vale ressaltar que, durante o jogo, pode-se fornecer pistas sobre a localização do objeto escondido, se for o caso.

2. Olimpíadas de aviões de papel

Um grande aliado das brincadeiras para parques é o avião de papel. Esse objeto de fácil confecção pode gerar inúmeras competições divertidas.

Tudo começa com a construção dos planadores. Aqui, caixas de lápis de cor, giz de cera e hidrocor podem contribuir para o concurso de beleza dos aviões.

Logo após, com os modelos prontos, é hora de testar a capacidade de voo dos aviões de papel. Utilize fitas adesivas ou marcações em giz para registrar a distância percorrida pelos planadores, fornecendo duas ou três tentativas de decolagem para cada “piloto”.

Outra alternativa é o concurso de piruetas. Isso é, os aeromodelos de papel são lançados e comparados segundo suas manobras, loopings e esquisitices.

Tudo isso tende a ser muito divertido, mantendo a atenção das crianças por um longo período de tempo.

3. Jogo da velha humano

Nessa brincadeira, deve-se traçar com giz, chinelos, galhos ou outro meio disponível, a marcação do jogo da velha no chão, em tamanho suficiente para caber nove crianças de pé.

Logo após, duas equipes são formadas: o time do xis e o time da bolinha. Cada qual deve receber um sinal distintivo. Por exemplo, o time xis joga com as mãos erguidas, e o time bolinha joga com as mãos abaixadas.

Por fim, alternadamente, cada criança ocupa uma das casas marcadas no solo, e as regras seguem as mesmas do jogo da velha no papel.

4. Os piques

A palavra “pique” é usada para se referir a uma série de brincadeiras ativas. Tais jogos não dependem de nenhum item específico, apenas da disposição das crianças.

Em sua versão mais simples, o pique-pega ou pega-pega, uma criança é designada como pegadora e deve tentar alcançar as demais. Quando ela toca algum dos colegas, este assume aquela posição, e o jogo reinicia.

Contudo, esse modelo simples pode sofrer algumas alterações que o tornem mais educativo ou estratégico. Por exemplo:

  • pique-fruta: depois de pego, o participante pode falar o nome de uma fruta para não assumir a posição de pegador, exceto aquelas já ditas no decorrer da partida.

  • pique-alto: os jogadores que estão em uma superfície acima do chão não podem ser pegos.

  • pique-cor: o pegador fala em voz alta o nome de uma cor. Aqueles que conseguirem tocar um objeto que a contenha ficam a salvo e não podem ser pegos.

Sendo assim, a vantagem dos piques é a possibilidade de sempre podermos introduzir novas regras, evitando que o jogo se torne repetitivo.

Com tudo que mostramos acima, as crianças terão um grande variedade de brincadeiras para parques e espaços abertos. Agora, é só escolher sua favorita e iniciar as atividades!

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